As origens do crochê por Nana Soma

 

 

As origens do Crochê

Linha, novelos, agulha, ponto alto relevo ou escama, carreira circular… Você sabe do que estou falando? Do crochê, um trabalho manual que utiliza uma agulha com um gancho em uma das extremidades na execução de um tecido (renda).

O nome desta técnica artesanal vem de um termo do dialeto nórdico, que significa gancho (a forma do bico encurvado da agulha utilizada para puxar os pontos), do qual originou croc, e que em francês tem o mesmo significado. Em relação à sua origem histórica, não existem muitas informações precisas.

Os primeiros trabalhos têm origem ainda na Pré-história, segundo historiadores e há algumas teorias de que estes eram feitos com os dedos, em vez de usando agulhas. As três teorias principais dizem que a técnica teria se originado na Arábia e se espalhado para o Tibete e mais tarde para a Espanha e Europa; na América do Sul, onde uma tribo primitiva teria usado adornos de crochê em rituais de passagem; ou na China, onde foram encontradas bonecas feitas de crochê.

A arte do crochê, como se conhece atualmente, foi desenvolvida no século 16 e as primeiras evidências do uso extensivo da técnica surgiram na Europa, durante o século 19. A partir dessa época o crochê foi usado como uma forma mais barata de fabricação de renda e, o estigma de imitação de um símbolo de status em vez de uma técnica artesanal com valor próprio prejudicou a técnica. Quem podia comprar renda feita com as técnicas mais antigas e caras desdenhava o crochê como sendo uma cópia barata.

Somente após a II Guerra Mundial o interesse pelo crochê retornou, como parte do movimento baby boom, que estimulava os valores domésticos e as técnicas artesanais feitas em casa. Mesmo assim, a técnica era vista como “coisa de dona de casa”. Com o movimento hippie da década de 60, a nova geração popularizou os crochês coloridos e os granny squares, as mantas feitas com quadrados de crochê.

 

o crochê nos anos 70

A popularidade declinou um pouco nas décadas recentes, mas felizmente, nos últimos anos, o crochê e outras artes manuais estão começando a receber o devido valor como técnica artesanal e de arte.

 

Cate Blanchett no Screen Worlds na ACMI em Melbourne, Austrália, cerimónia que antecedeu a entrega dos Óscares em 2009

 

vestido de crochê na camapanha primavera/verão2010 Dolce & Gabbana
vestido em crochê estilo “destroy” do Mark Fast para Topshop

Os trabalhos atuais são mais criativos e modernos, com destaque para o freestyle crochet, que é uma “técnica” de crochê livre, unindo diversas linhas, cores e pontos básicos em uma mesma peça sem receita ou modelo. Esta forma de crochê pode ser usada para criar acessórios como bolsas, colares, brincos, anéis e até como obras de arte.

 

colares em crochê com fios metalizados

objetos de decoração e móveis, essa cadeira é da marca Moschino

 

 

instalação com piano todo coberto em crochê…

…ou até um touro em crochê cores neon….Viva o crochê!

Fonte: SSE

http://sersustentavelcomestilo.com.br/

Capa de chuva serve de vaso para plantas

Fonte: Greenvana

http://style.greenvana.com

Inspirada na arquitetura sustentável e mais especificamente em “paredes vivas”, a estilista Airi Isoda criou uma capa de chuva com bolsos que servem de vasos para mudas de plantas. Isso mesmo, ela aliou design e funcionalidade em uma peça de roupa. “Eu pensei por que não regar plantas com água da chuva já que você vai se molhar de qualquer forma?”, conta Isoda.

capa é feita de Tyvek, um tecido que parece papel de alta densidade, durável, reciclável e extremamente resistente a rasgos e desgaste no dia a dia. Durante seu uso na chuva, permite que o vapor d´água e os respingos molhem a planta, que fica em bolsos estrategicamente posicionados, não permitindo que o líquido entre em contato com o corpo.

Embora pareça robusto, o casaco mantém um ar moderno com forro de seda, fazendo parte do projeto da coleção Outono/ Inverno WRK-shp 2011. Isoda utiliza suas observações da paisagem urbana onde moda e arquitetura coexistem como fonte de inspiração. E aí, você cultivaria planta na sua roupa?

ONU incentiva moda ambientalmente sustentável

“Artigo muito interessante do Brasil Diário, mas eu copiei de um maravilhoso Blog de uma jornalista , a Pati Saito  http://costurasustentavel.wordpress.com que arrasa no conteúdo e a Bendita acompanha”

 

Agência apoiará concursos na Grã-Bretanha e Holanda

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www.brasildiario.com

A Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) apoiará concursos para promoção da biodiversidade em eventos da indústria da moda. A informação foi divulgada pela ONU na quarta-feira (1º/06), em Genebra, na Suíça.

Os concursos acontecerão, inicialmente, na Grã-Bretanha e Holanda, e serão baseados no uso de material reciclável. Além disso, a Unctad, em parceria com um grupo de designers da Espanha, vai realizar pesquisas sobre a biodiversidade na criação e manufatura de roupas.

Segundo comunicado da agência, “a indústria da moda pode desempenhar um papel importante na conservação por meio de inovações e ideias”.

A ONU ainda anunciou que irá promover, em parceria com a campanha Fashioning the Future Awards, em Londres, um prêmio anual para jovens estilistas interessados em trabalhar com a moda ambientalmente sustentável.

A Unctad também passou a apoiar o Concurso Green Fashion da Semana Internacional da Moda de Amsterdã, na Holanda, “à procura de empresários talentosos voltados para a biodiversidade”.

Fonte: Brasil Diário

Moda Sustentável – Aprenda a fazer escolhas conscientes,descubra maneiras de reaproveitar e cubra-se de atitude

Mais

Conheça o passado de suas roupas

Fonte: Coletivo Verde

http://www.coletivoverde.com.br

Todo mundo é questionado sobre o seu passado, qual é a sua formação? Casou-se? Tem filhos? Quais foram suas realizações? Em todos os momentos de sua vida as pessoas querem ter uma referência de sua história pessoal para ter uma idéia de quem você é.

Podemos fazer uma analogia com os produtos que consumimos, eles também tem uma história e passam por diversas etapas de produção e pelas mãos de muitas pessoas antes de chegar a sua casa. É uma longa história mas que infelizmente as vezes se confunde com um filme de terror.

Qual será a história daquele tênis da moda da Nike,Adidas ou de outra grande marca que estampa as maiores celebridades do esporte? Será que a produção e os seus trabalhadores compartilham de todo o glamour do marketing? A resposta é não.

As grandes marcas da moda foram flagradas explorando seus funcionários em situações de escravidão, familias inteiras inclusive crianças trabalhando em estafantes cargas horárias e em péssimas condições.

É algo chocante, parece até uma história de fantasia beirando a conspiração mas as notícias não param de aparecer inclusive aqui no Brasil.

O Escândalo mais recente foi a autuação de R$ 633,67 mil imposta pelo Ministério do Trabalho de São Paulo a rede varejista Marisa após auditores fiscais encontrarem funcionários estrangeiros em condições consideradas análogas à escravidão, conforme reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

A situação existe, mas oque nós consumidores podemos fazer?

O grande problema reside em ignorarmos a procedência do produto, não colocarmos peso nestes fatos, se as informações não tem peso na decisão do consumidor não irá ter peso para indústria, na prática quem produz simplesmente irá ignorar ou deixar em baixíssima prioridade ações para mudar esta situação degradante.

O  mini-documentário “A história das Coisas” apresenta exatamente esta reflexão, vale muito a pena ver.Assista a versão legendada abaixo:

Acredito que a soluçaõ esta no consumo consciente. Se conseguirmos inserir em nosso dia dia a consciência ao consumir o impacto no mundo será enorme, a mudança de hábito e consequentemente a de valores é a maneira mais duradoura e eficiente  para mudar este quadro. Faça, você irá se surpreender como as pessoas ao seu redor irão se inspirar.

Você pode começar a fazer um exercício nesta semana:

Quando for comprar algum produto observe a etiqueta e descubra em que país ele foi fabricado e pense rapidamente qual é a história do produto:

  • Como será a produção deste produto?
  • Quem fabricou o produto?
  • Em qual condição a pessoa fabricou este produto? Será que ela recebe um salário digno para esta função?

Reflita e pesquise na internet os produtos que mais chamaram a atenção ou geraram mais dúvidas, o resultado é muito interessante.Depois da experiência compartilhe conosco aqui no blog.

Ao longo da semana irei escrever sobre o Comércio Justo, que é uma idéia que combate e propõe uma mudança no ato de consumir e outras ações positivas que nós como consumidores podemos fazer para que este planeta seja transformado em um lugar mais justo e sustentável.

A Onda Verde de Yves Saint Laurent ! Iniciativa luxuosa!

Para YSL a onda verde se tornou parte de sua colecao New Vintage, que utiliza materiais sem uso esquecidos na fábrica e que, provavelmente, iriam para o lixo. Assim que se faz! Nada se cria tudo se reutiliza!!! Numa epoca onde os deastres naturais se tornaram muito “natural”, recriar ou reutilizar algo é muito chique!
Muse two artisanal é o nome desta bolsa ecologicamente correta criada pela marca. A equipe de criação da YSL em conjunto com artesãs de Burkina Faso, na África, desenvolveram o novo modelo a partir de sacolas plásticas recicladas e algodão orgânico, cultivado de modo sustentável. Adorei a ideia.

 
Helena S.


Praticamente Item de colecionador! Pois foram produzidas apenas 60 unidades, que serão vendidas online, por R$ 2.780,00. Mas só para quem mora nos Estados Unidos e Inglaterra.

Iniciativa Luxuosa!

Postado por AHA Estilo 
 
 

Lixo têxtil vira coleção eco-fashion

Você sabia que todos os anos milhões de roupas são queimadas pela indústria têxtil? Os motivos dessas incinerações variam desde excesso de produção até pequenos defeitos nas peças e as consequências são a poluição do ar, terra e água. Como uma alternativa a esse processo quase desconhecido pelo público, a estilista Gabriela Mazepa fechou uma parceria com uma indústria têxtil do Sri Lanka, no Sul da Ásia, com um conceito inovador: utilizar este material, considerado resíduo ou lixo têxtil, para a criação de suas coleções.

Nenhum tecido novo foi comprado para a fabricação das roupas da Conexão, nome da marca de Gabriela. Todas as suas criações são transformações, colagens e patchworks de peças já existentes. Nas mãos dela, calças jeans viram coletes e pedaços de blusas de malha dão origem a lindos vestidos. A inspiração da nova coleção veio do ambiente industrial, então há uma predominância das tonalidades de cinza, preto e branco nas peças mas estas contrastam com verdes e vermelhos vivos em formas extremamente naturais e orgânicas.

Algumas das peças receberam acabamento 100% à mão e Gabriela contou com a dedicação da Coosturart, uma cooperativa de costura artesanal formada, em sua maioria, por moradoras da região de Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro. Este projeto ajudou muitas mulheres, unidas na confecção e comercialização de produtos de moda e decoração, a descobrirem no trabalho coletivo uma forma alternativa de gerar renda e promover a cidadania.


O lançamento da marca, que vem sendo projetado pela estilista desde 2006, vai acontecer a partir de hoje no Fashion Business. Lá, a Conexão vai ter um stand que funciona de acordo com o seu conceito. O evento ocorre do dia 24 a 27 de maio na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.


Fonte: Greenvana Style

Estamos chegando!

Desenvolvemos produtos a partir de resíduos têxteis. Nosso forte são bolsas e acessórios super estilosos e de excelente qualidade, desde os mais simples até os mais sofisticados.

Esperamos que gostem!!!

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